Os Libaneses tinham muita documentação sobre as operações da Mossad no Líbano durante a guerra de 1982, a maior parte veio de arquivos policiais de países onde o Kidon actuou.
Depois através de Israel com os documentos do Knesset (parlamento) sobre o erro cometido na tentativa de assassinato de Jaled Meshal na Jordânia.
E os meios de comunicação do Médio Oriente e da Grã-Bretanha também foram uma importante fonte de informação.
Deixe-me dizer que já mais se ouve a palavra Mossad na boca de um Israelita, é como a máfia ou camorra em Itália, todos sabem que existe, mas ninguém fala deles, porquê ?
Só há muito pouco tempo é que se começou a falar, quando entre 2000 e 2004, começaram a surgir erros que a Mossad cometeu no estrangeiro mas Israel sempre proibiu qualquer meio de comunicação por exemplo citar nomes dos directores da Mossad.
Kidon quer dizer baioneta e na Mossad é uma subunidade, é dirigida pela Meetsada, a unidade de operações especiais.
O escritor Britânico Howard Jacobson brinca com isto ao escrever que "o Holocausto se tornou uma mercadoria de troca" para os Judeus, parece que a Mossad nasceu para vingar a morte de milhares de judeus no final da segunda Grande Guerra Mundial.
Nos países em que existe terrorismo,grande parte dos meus leitores estão a favor das palavras do antigo chefe da Metsada quando diz que a execução de um terrorista não é politica, é a ferramenta de um Estado para prevenir ataques e aumentar a dissuasão, pelo contrario nos países que não foram golpeados pelo fenómeno do terrorismo, os leitores mostram-se indignados pela forma de actuar de Israel.
A vingança pode ter estado na sua origem, mas esse já não é o caso em pleno século XXI.





