abril 30, 2013

Subvenções Vitalícias!

Tenham vergonha
Ex.Deputados da assembleia da República que são eleitos pelos cidadãos para representarem e defenderem os nossos direitos e o nosso País, afinal o único interesse que tem é satisfazer os seus interesses pessoais.
O ex. deputado Vítor Batista entrou pela primeira vez na Assembleia da República em 1999, e onde desempenhou as funções de deputado parlamentar durante 6 anos.
O incrível desta situação é que este senhor quer juntar a estes anos mais quatro onde foi governador civil de Coimbra, para assim fazer 10 anos de deputado, o que já lhe permitiria enquadrar-se na ressalva estabelecida na lei, ganhando assim o direito á subvenção vitalícia.
A subvenção vitalícia para os deputados foi instituída em 1985, dez anos depois, o tempo de serviço necessário para requerer este DIREITO passou de oito para 12 anos.
Em 2005 Sócrates acabou com estas subvenções, mas mantendo exceções, quem à data da revogação da lei já reunisse as condições para a pedir.
Desde 2012, 14 deputados  já pediram a atribuição deste apoio, alguns mantêm-se em funções na Assembleia, mas requereram já a subvenção, garantindo assim este direito para o futuro.
 
Portugal tricampeão Europeu no Aumento da Carga Fiscal

abril 25, 2013

Hoje é dia da Liberdade

O que tem Cavaco a dizer ao País?
O Presidente da República não deverá também depositar a tónica das suas palavras na recuperação económica e no emprego, além de reiterar os votos para um maior esforço no que à concertação social diz respeito.
Grosso modo, se seguir esta lógica discursiva, Cavaco manterá aquela que tem vindo a ser a sua postura nos últimos tempos, não se esperando pois, que rompa com as linhas mestras que tem demonstrado querer para Portugal.
Ainda assim, e atendendo a determinados avisos que tem vindo a deixar, nomeadamente no que reporta ao crescimento económico, poder-se-á esperar que Cavaco aproveite esta oportunidade para enviar alguns recados ao Executivo de Passos Coelho.
Ou não.

abril 08, 2013

Paul Krugman

Diga 'não' a mais austeridade
Nobel da Economia aconselha portugueses a dizerem "não" a novas medidas de austeridade que o Governo venha a apresentar.

"Digam apenas que não" (Just Say No). Assim deveriam responder os portugueses às novas medidas de austeridade que o Governo venha a apresentar, na sequência do chumbo do Tribunal Constitucional, defendeu ontem o prémio Nobel da Economia, Paul Krugman.
Num post telegráfico publicado este domingo no seu blogue no "The New York Times", Krugman escreve: "o dedo da instabilidade chegou agora a Portugal, com o Governo, claro está, a propor a cura com mais austeridade".
Muito crítico das políticas de austeridade na Europa, Krugman promete voltar ao tema a que chamou "a próxima fase da crise europeia".



abril 02, 2013

Saiu da prisão na Páscoa

E de seguida faz três assaltos
Na madrugada da Sexta-feira Santa, apenas um dia depois do início de uma saída precária, um recluso do Estabelecimento Prisional da Carregueira (Sintra) dirigiu-se às zonas de Telheiras e Carnide, em Lisboa, para realizar três assaltos. Com recurso a luvas (para não deixar impressões digitais), o individuo, de 43 anos, partiu as montras de dois cabeleireiros e de um restaurante, roubou o dinheiro das caixas registadoras (83 euros), quatro isqueiros, e uma aliança em ouro.
Testemunhas observaram-no e conseguiram fazer uma descrição física do recluso à Polícia de Segurança Pública (PSP) e, umas horas depois, cerca das 6h15, o indivíduo foi detido na Rua Professor Francisco Gentil, em Telheiras.
De regresso à prisão da Carregueira, onde cumpre uma pena superior a sete anos por furtos, o recluso pode agora ver agravada a sua sentença por “ausência ilegítima”, ou seja, por ter ‘fugido’ e pelos roubos que cometeu durante o período da saída precária.
De acordo com dados do ano passado da Direção-Geral de Reinserção e dos Serviços Prisionais, em 10.162 licenças de saída jurisdicionais ou precárias concedidas, 65 reclusos não regressaram no dia e hora fixados. Ainda assim, este número representa uma diminuição de 17,72% em relação a 2011.