janeiro 12, 2012

Eurobondes

Não sei o que vai acontecer, mas sei o que seria desejável.

Há a necessidade de libertar e aliviar o fardo da divida de países como a Grécia em primeiro lugar, mas também de Portugal, da Irlanda e da Itália.
Isso pode ser feito através das chamadas (euro-bondes) , se fossem emitidas euro-bondes com garantias do Banco Central Europeu, seria possível que toda a divida dos diversos países acima dos 60% do PIB, correspondentes ao limite que o (tratado de Maastricht) impôs,fosse tomada sob a forma de euro-bondes.
Isso não significa que  os países não teriam de pagar taxas de juro tão especulativas como aquelas a que estão sujeitos.
Passariam a pagar taxas de juro inferiores e mais próximas do que o Japão ou os Estados Unidos ou o próprio Reino Unido pagam neste momento.
Poderia ser uma forma de financiar um programa europeu orientado para o estimulo, para o investimento e para a criação de emprego.

Permitiria que os Estados sujeitos a restrições orçamentais não se afundassem numa espiral de recessão e pelo contrário pudessem apoiar um plano para a recuperação.
Fala-se muito do plano Marshall.