A chave para investir com sucesso é simples:
Comprar bons activos, que produzam rendimentos, quando estão baratos e mantê-los, diversificar apenas o essencial e manter os custos de transacção baixos.
Infelizmente este conceito tão simples não é facilmente aplicável para os investidores que todos os dias são bombardeados com a ideia (ficar Ricos depressa), aviso para saírem do mercado ou entrarem antes que seja demasiado tarde e comentadores de televisão que gritam (dicas) de investimento como se tivessem a roupa inteira a arder.
Os investidores são muitas vezes forçados a tomar decisões motivadas pelo medo ou pela ganância.
O objectivo do meu artigo é explicar os princípios do investimento em Valor para que o leitor possa beneficiar da estratégia de Investimento que, consistentemente, proporciona melhores rentabilidades a médio e a longo prazo.
É importante que compreenda os princípios de Investimento e, sobretudo é fundamental a escolha do seu Gestor ou conselheiro financeiro, que deve ser pessoa capaz, honesta e independente.
A cliente tinha ainda acções da Berkshire Hathaway no valor de 30 milhões de dólares.
O seu marido tinha sido um dos primeiros investidores na Empresa de Warren Buffett e manteve sempre todas as acções da Berkshire.
A viúva planeava agora reformar-se e pretendia programar rendimentos Futuros para manter o seu estilo de vida, confortável mas relativamente modesto dada a sua fortuna, precisava de cerca de 200.000.00 USD por ano.
O seu contabilista tinha lhe proposto um plano que ia de encontro aos seus desejos de rendimentos, uma vez que as suas acções da Berkhire tinham um preço médio de compra de cerca de 20 USD, sugeriu o estabelecimento de uma Fundação para fina de beneficência, transferir para lá a posição da Berkshire e vendê-la sem pagar impostos de mais valias.
Este valor seria reinvestido em Obrigações, que garantiriam um rendimento regular.
Brown disse-lhe que a razão pela qual era rica era porque estava muito bem investida em acções e questionou-a porque motivo desejaria desistir de apreciações futuras.
Com base na longa vida da sua mãe, a cliente argumentou Brown, podia esperar viver mais 35 anos de vida.
O seu contabilista respondeu que ela tinha todos os seus activos no Mercado accionista que era por definição arriscado.
Brown argumentou que mesmo que o mercado caísse 50% ela ficaria ainda com dinheiro suficiente para viver até á idade de sua mãe.
A cliente decidiu confiar em Brown mantendo tudo investido em acções e esta garantia qualquer necessidade financeira com o dinheiro que estava investido na sua gestora de património.
Anos mais tarde,quando reuniram para rever o plano, os seus investimentos em acções valiam 180 milhões de dólares.
Brown, voltou a sugerir que o mantivesse investido em acções.
Em 2007 Brown, calculava que a posição em acções valesse cerca de 300 milhões, os investidores em valor são como agricultores .
Semeiam boas sementes em terra fértil e esperam que as colheitas cresçam.
Só o milho demora um pouco mais devido ao frio, não arrancam a sementeira para fazer uma nova.
Esperam paciente-mente pela colheita.
Christian Brown, conceituado Investidor em valor, conta um caso que se passou consigo que realça bem essa importância.
No inicio dos anos 80, uma cliente de há muitos anos procurou-o para se aconselhar na reestruturação dos seus activos, o marido tinha falecido e deixou-lhe uma conta na Gestora de património que Brown dirigia, com cerca de 4 milhões de dólares .A cliente tinha ainda acções da Berkshire Hathaway no valor de 30 milhões de dólares.
O seu marido tinha sido um dos primeiros investidores na Empresa de Warren Buffett e manteve sempre todas as acções da Berkshire.
A viúva planeava agora reformar-se e pretendia programar rendimentos Futuros para manter o seu estilo de vida, confortável mas relativamente modesto dada a sua fortuna, precisava de cerca de 200.000.00 USD por ano.
O seu contabilista tinha lhe proposto um plano que ia de encontro aos seus desejos de rendimentos, uma vez que as suas acções da Berkhire tinham um preço médio de compra de cerca de 20 USD, sugeriu o estabelecimento de uma Fundação para fina de beneficência, transferir para lá a posição da Berkshire e vendê-la sem pagar impostos de mais valias.
Este valor seria reinvestido em Obrigações, que garantiriam um rendimento regular.
Brown disse-lhe que a razão pela qual era rica era porque estava muito bem investida em acções e questionou-a porque motivo desejaria desistir de apreciações futuras.
Com base na longa vida da sua mãe, a cliente argumentou Brown, podia esperar viver mais 35 anos de vida.
O seu contabilista respondeu que ela tinha todos os seus activos no Mercado accionista que era por definição arriscado.
Brown argumentou que mesmo que o mercado caísse 50% ela ficaria ainda com dinheiro suficiente para viver até á idade de sua mãe.
A cliente decidiu confiar em Brown mantendo tudo investido em acções e esta garantia qualquer necessidade financeira com o dinheiro que estava investido na sua gestora de património.
Anos mais tarde,quando reuniram para rever o plano, os seus investimentos em acções valiam 180 milhões de dólares.
Brown, voltou a sugerir que o mantivesse investido em acções.
Em 2007 Brown, calculava que a posição em acções valesse cerca de 300 milhões, os investidores em valor são como agricultores .
Semeiam boas sementes em terra fértil e esperam que as colheitas cresçam.
Só o milho demora um pouco mais devido ao frio, não arrancam a sementeira para fazer uma nova.
Esperam paciente-mente pela colheita.
